O essencial
- Imóvel é meta de longo prazo, não decisão no limite do crédito.
- A parcela deve caber no mês e deixar espaço para condomínio e IPTU.
- Há custos além da entrada: taxas, escritura, mudança e reserva.
- Mantenha a reserva de emergência à parte da meta do imóvel.
Imóvel é uma meta de longo prazo, não um impulso
A decisão de comprar o primeiro imóvel costuma ser emocional. O problema é que, na hora, muita gente escolhe o imóvel pelo que o banco financia, e não pelo que o mês sustenta. A parcela inicial parece pequena, e os próximos anos passam a girar em torno dela.
Tratar a compra como meta muda a ordem: a entrada deixa de ser um susto e vira uma construção que dá para acompanhar.
Com um valor alvo, um prazo e um aporte mensal, a decisão fica mais próxima do que o seu mês realmente sustenta.
O valor que sustenta a compra
Antes de tudo, vale definir o que o seu mês realmente aguenta. Defina o alvo da entrada e o aporte mensal para sentir em quantos meses a meta se forma.
Tempo estimado para a meta
54 meses
cerca de 5 anos
Os custos que ninguém soma junto
A entrada não é o único valor da compra. Há uma camada de taxas e custos que chega junto, e a maioria das surpresas vem disso.
- 1
ITBI e custos de escritura e registro
Taxas que chegam na compra e não entram na conta da parcela.
- 2
Avaliação e seguros do financiamento
Exigidos pela instituição financeira, e somados ao valor final.
- 3
Mudança, reformas e mobília
Custos do primeiro período que a entrada não cobre.
- 4
Uma reserva para os custos fixos
O primeiro ano de imóvel tem condomínio, IPTU e manutenção chegando juntos.
Um erro caro
Esvaziar a reserva de emergência para dar a entrada. Sem proteção, o primeiro ano de imóvel vira uma sequência de imprevistos pagos no cartão.
Como guardar a entrada sem zerar a reserva
Onde o FinSmart ajuda
Com a entrada do imóvel registrada como meta, você vê o valor alvo, o que já guardou e o que falta, e acompanha o aporte mês a mês. A reserva de emergência fica separada, e a decisão de compra fica mais próxima do que o seu mês sustenta.
No FinSmart, a entrada do imóvel vira meta com valor e prazo. 'Quanto já guardei?' e 'quanto falta para a entrada?' respondem na hora, com os seus números. E a reserva de emergência fica à parte, protegendo o seu mês.
Ver como conectar a sua IAPerguntas frequentes sobre o primeiro imóvel
Quanto preciso guardar para a entrada?
Depende do imóvel e da linha de crédito. De forma geral, a entrada costuma girar em 20% a 30% do valor, e linhas habitacionais podem exigir menos. O caminho é definir o imóvel possível, somar os custos que vêm junto e dividir o restante pelo prazo.
Qual a parcela que o meu mês aguenta?
A referência mais usada é manter a parcela do financiamento dentro de cerca de 30% da renda. Acima disso, o imóvel passa a comandar o orçamento. O ideal é deixar espaço para condomínio, IPTU e o dia a dia.
O FinSmart faz o financiamento?
Não. O FinSmart organiza a meta da entrada, o valor, o prazo e o acompanhamento dos aportes, e mantém a reserva de emergência separada. O financiamento em si acontece na instituição financeira, dentro do seu perfil.
Vale zerar a reserva para dar a entrada?
De forma geral, não. Sem reserva, o primeiro ano de imóvel costuma virar uma sequência de imprevistos pagos no cartão. É melhor manter a reserva à parte e construir a entrada com aporte mensal.